Naturalmente, o CVS utiliza-se de rsh para estabelecer conexões
com o servidor. Como essa é uma característica não desejada, por
motivos de segurança, pode-se utilizar de conexões com o protocolo
Kerberos ou utilizando o arquivo de senhas3.1
As configurações no servidor são bem simples e a implementação do CVS
é bastante rápida.
Deve-se editar o arquivo /etc/services e acrescentar a seguinte
linha:
O arquivo de senhas deve ficar em $CVSROOT/CVSROOT/passwd.
Ele é criptografado usando-se a função padrão crypt() do Unix. O
formato do arquivo é muito similar ao do /etc/passwd, exceto que
pode ser composto por apenas dois ou três campos. O primeiro campo
contém o nome que o usuário passará para o CVS, o segundo contém a
senha criptografada e o terceira campo, que é opcional, contém um nome
de usuário existente no sistema, para o qual os dados serão
atribuídos. Essa tradução de usuários é transparente para quem acessa
remotamente.